O caso de Roop Kanwar ocorreu em 1987, na cidade de Deorala, no estado indiano de Rajasthan. Kanwar tinha apenas 18 anos quando seu marido morreu. Seguindo a tradição local, ela foi levada para o topo da pira funerária e, segundo testemunhas, voluntariamente se jogou no fogo.
A prática de sati foi proibida na Índia desde o século XIX, mas ainda ocorre em áreas rurais e conservadoras. O caso de Roop Kanwar gerou muita controvérsia e chamou a atenção para o problema persistente da discriminação e violência contra as mulheres na Índia.
Após o incidente, as autoridades indianas prenderam vários indivíduos envolvidos na cerimônia de sati de Roop Kanwar, mas muitos outros escaparam da justiça. O caso também levou a um aumento na conscientização pública sobre a prática de sati e sua violação dos direitos humanos. Hoje em dia, a prática é amplamente rejeitada na Índia e a conscientização continua a crescer em todo o país.


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